Com muitas frescuras, a tempestade Francis foi anunciada, que afetaria principalmente a Madeira e o sul de Portugal, mas nós já recebemos um alerta laranja. Para o próximo ano, então, quem se importa?
Um dia 2025, outro 2026
De facto, um mundo à parte! Tinha combinado fazer uma caminhada de despedida de Ano Novo com uma amiga e o seu simpático cão. Perto dela, e não muito longe de nós, há uma bela zona de passeio. Há até pinheiros muito antigos, todos desarrumados e tortos, simplesmente crescidos onde as suas mães os deixaram.
Bastante raros nesta zona do país onde vivem quase todos os portugueses (na faixa costeira, na concentração da concentração no troço do Porto a Lisboa). Aqui vêem-se muitas plantações. Eucalipto para papel, pinheiros para madeira, oliveiras para azeite.
Último dia de 2025, céu azul e sol a brilhar
Deixei o casaco pendurado numa oliveira porque não me apetecia voltar a pé, e passados dois minutos já estava muito calor com ele. Não queria carregá-lo o caminho todo, e passaríamos por este lugar no regresso. Apesar da altitude, ainda havia alguns troços com lama, porque a água da chuva demora a escorrer por entre as rochas até chegar ao vale.
Sem problema, pode sempre contornar. Os cães, principalmente a Mira, acham incrivelmente interessante ver um humano a fazer algo tão idiota. Simplesmente atravessam a lama com as patas descalças. Barriga enlameada? Quem se importa! Cheiro a cabra no ar! Muito mais interessante!

E sim, ali estava o pastor com o seu rebanho. “Não devíamos voltar?” perguntou a J. um pouco ansiosa, porque o seu cão é pequeno e ela já não o tem há muito tempo. “Não, os cães pastores são geralmente bem treinados, sabes, e não são agressivos. E a Mira conhece-os, assim como as cabras; às vezes passam por nós.” De facto, tudo bem. Um pouco de cheiradas, um pouco de balidos, e uma cabra com um olhar algo desafiante, como quer dizer: Querem um pouco? Venham então! Uma conversa com o pastor, e depois seguimos em frente.
Um passeio muito agradável com os cães
“Feliz Ano Novo, tenham uma boa noite!” desejamos uma a outra ao desperdirmo-nos.
No dia seguinte, aquele maldito Francis estava lá, como prometido. Não cheguei tão cedo como se poderia esperar no dia de Ano Novo. Fizemos a mesma caminhada, mas ao contrário, a Mira e eu. Cinza, lama, chuvisco, sem cabras – uma experiência contrário à da ontem.

Bem-vindo, 2026
O ano passado foi certamente um bom ano, mas assim estás a começar mal, Vinte-Seis! Mas bem, assim, só pode melhorar, pois não?
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Aviso: estou um pouco cansado desta coisa das palavras-chave e da ditadura do Google. Por isso, aqui estão elas, e também espero pela inteligência da IA este assunto que ainda sejam encontradas e lidas, mas que não tenha de me forçar a usar os termos certos no título e nos cabeçalhos. #PassagemdoAno #2025-2026 #caminhada )
Nos mudámos em 2000 de Roterdão, Países Baixos, para Termas-da-Azenha, Portugal. Começámos a restauração uma das heranças culturais portuguesas: Termas-da-Azenha, um antigo spa. Vai encontrar mosaicos e pinturas em todos os lugares.
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